Livros

Ninguém Acredita em Crianças

Ninguém acredita em crianças é composto por sete contos de suspense em que são retratadas relações conflitantes à beira da efervescência.

São histórias sobre homens e mulheres, pais e filhos, adolescentes confusos e jazz. Já o cenário é, na maioria das vezes, o ambiente urbano inserido no universo familiar.

Casamentos frustrados, preconceito, divórcio e sexualidade são alguns dos temas que perpassam as narrativas, além de um profundo sentimento de não-pertencimento dos personagens.

O Consultório

O Consultório é uma divertida narrativa feita por um médico psiquiatra, que topa desenvolver um novo método para tratar seis dos seus pacientes simultaneamente.

Embalado pelo lema que diz: “A loucura de um pode ser a cura do outro”, o médico dá origem a uma grande aventura, onde o leitor é submergido em um mundo de diferentes percepções, loucuras e boas risadas.

Embora não será preciso citar nomes para que se identifique cada paciente, esta será uma tarefa fácil, uma vez que cada um possui características diferentes que permitirá conhecê-los do início ao fim desta jornada.

O Salvamento Feminino

Uma reviravolta em motivos externos à vida de uma ex-presidente mexicana fazem-na voltar a participar da política do seu país para tentar organizar e resolver problemas que estão acontecendo na América Latina.

Durante este processo, ela sofre com algumas mudanças internas pessoais, tanto sexuais como em seu psicológico.

O salvamente feminino é uma história envolvente e cheia de cenas inesperadas.

Boa leitura!

O Triângulo dos Anjos (Livro 3)

Wilians Baptis define O triângulo dos anjos como uma “história de encontros e reencontros de pessoas, além e aquém do tempo, muitas vezes consigo mesmas”.

Numa era de tecnologias digitais e redes sociais, o maior desafio dos adolescentes foi o de sair da doce virtualidade para encarar a dura realidade. O poeta disse em outrora: “Apesar de não curtir o progresso, sou capaz de apreciar este mundo virtual, pois através dele posso reencontrar quem um dia foi real”. Seguindo em direção contrária do pensamento citado, os jovens protagonistas, graças a Deus, procuraram através da panaceia universal, a cura aos maus costumes e à resignação aos sites de internet. E o melhor jeito encontrado foi aquele em que a aproximação dos amigos entre si fez-se necessária aos propósitos de uma viagem ao desconhecido. Wilians Baptis transporta adultos e crianças numa aventura literária às etnias distintas da América do Sul e Europa. Por terras, ares e mares, o que mais importava não era o trem de pouso, mas sim as asas da liberdade.

Liderados pelos ‘anjos’ Fabrízio Neto e João Victor, um grupo de jovens resolve se aventurar por diversos lugares do Brasil e da Bolívia, tendo como destino a cidade histórica de Veneza na Itália. Seguindo em direção contrária à angelitude, duas divindades fenícias incorporadas nos aprendizes de belzebu, Marcos Paulo e Carlitos, fazem de tudo para tumultuar o ambiente. Mas como a maioria sempre se evidencia, os dois se veem à frente das portas que separam os caminhos do bem e do mal, e para continuar a viagem eles precisam sair de cima do muro das lamentações. Para apimentar as decisões a serem tomadas, as amizades, os amores e outros elementos sentimentais se afloram nos corações de cada um dos aventureiros. Wilians Baptis procura idealizar uma história em que todos os principais integrantes são protagonistas, deixando para poucos os papéis de figurantes e coadjuvantes. Em uma metamorfose intempestiva, há revisões de conceitos e mudanças de personalidades que influem a vida de quase todos, principalmente dos adultos agregados. Wilians Baptis consegue expor os mais puros e verdadeiros sentimentos, lapidados no decorrer dos dias, numa passarela que liga o óbvio ao inexplicável.

O triângulo dos anjos é uma grande história que une as três últimas gerações.

Quando Eu Era Pequeno

Toda história de infância começa com “Quando Eu Era Pequeno”. E foi buscando resgatar as histórias vividas em seu tempo de criança a partir das sensações e sentimentos que as muitas situações despertavam nele que o autor, Morillo Carvalho, conta em contos, neste livro, um pouco dessas experiências. E que provavelmente muita gente viveu também, porque são histórias simples e comuns.

Talvez este livro tenha uma proposta parecida com o “Nu de Botas”, mas o autor não é filho do Mário Prata, nem viveu o que ele viveu. Talvez este seja um roubo de ideia, mas só de ideia: as histórias são outras.

Talvez você se divirta… tomara que sim!